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Título: Avaliação da atividade citotóxica de compostos de Picrasma crenata
Autor(es): Viega, Bruna Luiza
Orientador(es): Düsman, Elisângela
Palavras-chave: Plantas medicinais
Câncer - Tratamento
Doenças crônicas
Medicinal plants
Cancer - Treatment
Chronic diseases
Data do documento: 22-Nov-2018
Editor: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus: Francisco Beltrao
Referência: VIEGA, Bruna Luiza. Avaliação da atividade citotóxica de compostos de Picrasma crenata. 2018. 42 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Francisco Beltrão, 2018.
Resumo: As plantas medicinais são constituídas de várias substâncias que podem ser extraídas e ter uso terapêutico e/ou na medicina alternativa. O crescente número de diagnósticos de doenças crônicas, como o câncer e, consequentemente, o elevado índice de mortes, estimulou a busca pela cura e/ou por novos tratamentos menos agressivos. Assim, o objetivo do presente estudo foi descobrir a atividade citotóxica/antitumoral do extrato bruto do Pau Tenente e de seus compostos isolados, quassina e paraína, em cultura de células tumorais hepáticas de rato (HTC), e obter ajustes de polinômios que descrevam os resultados através de testes com equações empíricas. O ensaio de citotoxicidade/atividade antitumoral do MTT [3-(4,5-Dimethilthiazol-2-il)-2,5-diphenil tetrazolium bromide] foi realizado expondo as células HTC por 24, 48 e 72 horas aos tratamentos: controle negativo (100 μL meio de cultura); controle positivo (tratamento com 500 μM do agente citotóxico metil metano sulfonato); controle solvente (25 μL de DMSO (dimetilsulfóxido)/mL meio de cultura para a quassina e 20 μL de DMSO/mL de meio de cultura para a paraína); e concentrações de extrato bruto do Pau Tenente (5, 10, 50, 100, 200, 300, 400, 500 e 1000 μg/mL de meio de cultura) e dos compostos quassina e paraína (1, 5, 10, 15, 20, 40, 60, 80 e 100 μg/mL de meio de cultura). Após o período de exposição dos tratamentos, foi realizada a leitura em espectrofotômetro a 492 nm para determinar a atividade citotóxica dos compostos estudados. Os resultados das médias das absorbâncias obtidas mostram que o extrato bruto apresentou baixa citotoxicidade para as células HTC, em todas as concentrações testadas. Para a quassina, as concentrações de 80 e 100 μg/mL foram citotóxicas, após 72 horas de tratamento. Já o teste com a paraína mostrou que as concentrações de 1, 5, 20, 40, 60, 80 e 100 μg/mL, no tempo de 72 horas, foram citotóxicas, revelando uma nova atividade para este composto. Dessa forma, nas condições experimentais, os resultados comprovaram a atividade antitumoral da quassina e da paraína, agregando-se um importante valor social e econômico a esses compostos, podendo também ter aplicação em pesquisas futuras e na indústria farmacêutica.
Abstract: Medicinal plants are made up of various substances that can be extracted and have therapeutic use and/or alternative medicine. The increasing number of diagnoses of chronic diseases, such as cancer and, consequently, the high death rate, stimulated the search for cure and/or for new and less aggressive treatments. Thus, the objective of the present study was to discover the cytotoxic/antitumor activity of the crude extract of Pau Tenente and its isolated compounds, quassin and parain, in culture of rat hepatic tumor cells (HTC), and to obtain adjustments of polynomials that describe the results using empirical equations. The cytotoxicity/antitumor activity of MTT [3-(4,5-Dimethylthiazol-2-yl)-2,5-diphenyl tetrazolium bromide] was performed by exposing the HTC cells for 24, 48 and 72 hours to treatments: negative control (100 μL culture medium); positive control (treatment with 500 μM cytotoxic agent methyl methane sulfonate); solvent control (25 μL DMSO (dimethylsulfoxide)/mL culture medium for quassin and 20 μL DMSO/mL culture medium for parain); and treatments with the crude extract of Pau Tenente (5, 10, 50, 100, 200, 300, 400, 500, 1000 and 1000 μg/mL culture medium) and the quassin and parain compounds (1, 5, 10, 15, 20, 40, 60, 80 and 100 μg/mL culture medium). After the exposure period of the treatments, the reading was performed in a spectrophotometer at 492 nm to determine the cytotoxic activity of the compounds studied. The results of the obtained absorbance averages show that the crude extract showed low cytotoxicity for the HTC cells at all concentrations tested. For quassin, concentrations of 80 and 100 μg/mL were cytotoxic after 72 hours of treatment. On the other hand, the test with parain showed that the concentrations of 1, 5, 20, 40, 60, 80 and 100 μg/mL, at 72 hours, were cytotoxic, revealing a new activity for this compound. Thus, in the experimental conditions, the results proved the antitumor activity of quassin and parain, adding an important social and economic value to these compounds, and may also be applied in future research and in the pharmaceutical industry.
URI: http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/11047
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