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Título: Associação entre o nível de exercício físico e a presença de sintomas osteomusculares em estudantes de nível superior
Título(s) alternativo(s): Association between the level of physical exercise and the presence of musculoskeletal symptoms in university students
Autor(es): Pereira, Fábio Santana
Orientador(es): Stadnik, Adriana Maria Wan
Palavras-chave: Exercícios físicos
Qualidade de vida
Estudantes universitários
Dor
Lesões por esforços repetitivos
Educação física
Exercise
Quality of life
College students
Pain
Overuse injuries
Physical education and training
Data do documento: 27-Set-2017
Editor: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus: Curitiba
Referência: PEREIRA, Fábio Santana. Associação entre o nível de exercício físico e a presença de sintomas osteomusculares em estudantes de nível superior. 2017. 47 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Educação Física) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2017.
Resumo: A graduação atua, na área da saúde e da qualidade de vida, como fator de risco para o acometimento de doenças crônicas não transmissíveis, mais especificamente distúrbios relacionados ao sistema osteomuscular. Entende-se que pela melhoria das valências físicas, como força, resistência muscular, e capacidade aeróbia e flexibilidade, o estudante pode apresentar maior tolerância as exigências da sua graduação. Desta forma, esta pesquisa construiu uma associação entre o nível de exercício físico e a ausência de dor osteomuscular, usando dois questionários distintos que avaliam de forma qualitativa essas duas variáveis. Uma versão adaptada do IPAQ longo foi utilizada para quantificar o nível de exercício da amostra, enquanto o Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares (QNSO) avaliou a prevalência das manifestações de dor nos indivíduos. Fizeram parte da pesquisa 103 estudantes de cursos superiores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. A amostra foi composta de 74 homens e 29 mulheres, sendo que os alunos da área das Exatas compreenderam 87,4% do total de indivíduos. Os dados sobre o nível de atividade física foram comparados a critérios sugeridos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e os sujeitos divididos em dois grupos, os que atendem e os que não atendem os parâmetros semanais de exercício da OMS. O teste qui-quadrado foi utilizado para a associação entre nível de atividade física e presença de sintomas osteomusculares, aqui observado pelo número de respostas SIM no QNSO. Quatro cálculos estatísticos foram feitos, um para cada pergunta do QNSO e todos obtiveram diferentes resultados. As questões I, II, e III resultaram em coeficientes fracos, enquanto a IV apresentou forte associação. Conclusão. Foi constado uma menor presença de sintomas nos estudantes que se exercitam conforme propõe a OMS. Embora o resultado da análise estatística tenha refletido em três correlações fracas e uma forte, acredita-se que uma maior amostra refletiria em melhores cálculos estatísticos. Além disso, as médias dos somatórios de respostas SIM no QNSO foram menores para os que se exercitaram mais.
Abstract: Graduation acts in the area of health and quality of life as a risk factor for the involvement of chronic nontransmittable diseases, more specifically disorders related to the musculoskeletal system. It is believied that by improving physical valences such as strength, muscular and aerobic endurance and flexibility, the student can present greater tolerance to the requirements of his graduation. In this way, this research built a correlation between the level of physical exercise and the absence of musculoskeletal pain, using two distinct questionnaires that qualitatively evaluate these two variables. An adapted version of the Long IPAQ was used to quantify the exercise level of the sample, while the Nordic Musculoskeletal Questionnaire (QNSO) assessed the prevalence of pain manifestations in individuals. University students were chosen as research subject. 103 scholars from the Federal Technological University of Paraná were part of the research. The sample consisted of 74 men and 29 women, and the students in the Exact area comprised 87.4% of the total number of individuals. The data on the level of physical activity were compared to criteria suggested by the World Health Organization (WHO) and the subjects divided into two groups, those who attend and those who do not meet the weekly WHO exercise parameters. The chi-square test was used for the correlation between the level of physical activity and the presence of musculoskeletal symptoms, observed here by the number of YES responses in the QNSO. Four statistical calculations were made, one for each QNSO question and all got different results. Questions I, II, and III resulted in weak coefficients, while IV presented a strong correlation. Conclusion. There was a lower presence of symptoms in students who exercised as proposed by WHO. Although the result of the statistical analysis has reflected in three weak correlations and one strong, a larger sample would reflect in better statistical calculations. In addition, the means of the sum of YES responses in the QNSO were lower for those who exercised more.
URI: http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/11627
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