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Título: O uso de polivinil acetato (PVAc) na plastinação de peças anatômicas
Título(s) alternativo(s): The use of polyvinylacetate in plastination of anatomical parts
Autor(es): Xavier, Gabrielly Cristina Galvão
Orientador(es): Sousa, Fernando Carlos de
Palavras-chave: Anatomia
Polímeros
Formaldeído
Anatomy
Polymers
Formaldehyde
Data do documento: 7-Nov-2019
Editor: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus: Dois Vizinhos
Referência: XAVIER, Gabrielly Cristina Galvão. O uso de polivinil acetato (PVAc) na plastinação de peças anatômicas. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Dois Vizinhos, 2019.
Resumo: O cadáver é o principal instrumento de estudo para a anatomia. Entretanto, o uso de cadáveres requer que se mantenha a integridade do material, evitando sua deterioração e decomposição natural. Para isso, são utilizadas técnicas de conservação de tecidos biológicos. A mais utilizada atualmente é a fixação e preservação em formaldeído, por ser uma técnica de baixo custo, eficiente e rápida. Entretanto, o formaldeído apresenta efeitos tóxicos ao meio ambiente e ao ser humano. Devido a isso, surge a necessidade da substituição da técnica de conservação de peças anatômicas em formol por outra menos prejudicial. A conservação de cadáveres e de peças anatômicas pelo processo de plastinação é um processo alternativo à fixação em formaldeído. Na plastinação são substituídos os fluidos e gorduras dos tecidos biológicos por um polímero curável. As técnicas tradicionais de plastinação utilizam polímeros de silicone ou de epóxi. Embora a plastinação seja uma excelente alternativa ao uso de formol, sua execução ainda é inviável em muitos laboratórios de anatomia, porque as técnicas tradicionais de plastinação são de alto custo financeiro. Esse trabalho avaliou o uso de polivinil acetato (PVAc) como alternativa de polímero curável para produção de peças anatômicas plastinadas. A metodologia proposta seguiu as etapas básicas da plastinação convencional, com adaptações para o PVAc: fixação em formol 10%, desidratação em etanol, impregnação por PVAc e cura. As peças submetidas à técnica proposta foram plastinadas com êxito, preservando suas estruturas anatômicas e facilitando seu acondicionamento e manuseio. A partir dos resultados obtidos, pode-se concluir que o PVAc é eficiente como polímero na plastinação. Além disso, a técnica proposta tem potencial inovador por utilizar materiais e equipamentos de baixo custo e por ser capaz de reduzir de forma significativa o uso de formaldeído como conservador de tecidos biológicos.
Abstract: The corpse is the main instrument for anatomy study. However, the corpse use require maintaining the integrity of the material, avoiding its deterioration and natural decomposition. For this, techniques for the conservation of biological tissues are used. The most commonly used nowadays is formaldehyde fixation and preservation, as it is a low-cost, efficient and fast technique. However, formaldehyde has toxic effects on the environment and humans. In this sense, there is the need to replace the technique of conservation of anatomical specimens in formaldehyde by another less harmful. The conservation of cadavers and anatomical specimens by the plastination process is an alternative process to the fixation in formaldehyde. Through the plastination process the fluids and fats of biological tissues are replaced by a curable polymer. Traditional plastination techniques use silicone or epoxy polymers. Although plastination is an excellent alternative to the use of formaldehyde, its execution is still impracticable in many anatomy laboratories, because traditional plastination techniques are of high financial cost. This work evaluated the use of polyvinyl acetate (PVAc) as an alternative curable polymer for the production of plastinated anatomical specimens. The proposed methodology followed the basic stages of conventional plastination, with adaptations for PVAc: fixation in formaldehyde 10%, ethanol dehydration, PVAc impregnation and cure. The specimens submitted to the proposed technique were successfully plastinated, preserving their anatomical structures and facilitating their maintence and handling. From the results obtained, it can be concluded that PVAc is efficient as polymer in plastination. Besides that, the proposed technique has innovative potential for the use of low-cost materials and equipment and for allowing a significantly reduce in the use of formaldehyde as a conservative of biological tissues.
URI: http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/16439
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