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Título: Estudo da tenacidade à fratura no aço ASTM A516 para vasos de pressão, envelhecido, aplicando ensaio de impacto Charpy
Autor(es): Zilio, Ângela Cristina
Trindade, Maria Izabel Martins
Orientador(es): Allenstein, Cesar Lucio Molitz
Palavras-chave: Vasos de pressão - Análise
Chapas de aço
Aço - Corrosão
Pressure vessels - Analysis
Sheet-steel
Steel - Corrosion
Data do documento: 1-Dez-2011
Editor: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus: Curitiba
Referência: ZILIO, Ângela Cristina; TRINDADE, Maria Izabel Martins. Estudo da tenacidade à fratura no aço ASTM A516 para vasos de pressão, envelhecido, aplicando ensaio de impacto Charpy. 2011. 62 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2011.
Resumo: Vasos de pressão são equipamentos essenciais para a indústria de processo. Eles podem atuar desde o armazenamento como também no processamento de fluídos gasosos e líquidos. São equipamentos que possuem como requisito principal suportar pressões elevadas. É esse mesmo requisito que preocupa a segurança, pois falhas durante o processo podem ser catastróficas. Um dos materiais utilizados para construção de vasos de pressão é o aço ASTM (AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS) A516, que após conformação mecânica, seja por calandragem ou rebordeamento, pode estar susceptível a perda de tenacidade a fratura por deformação. Esta perda de tenacidade é efeito do envelhecimento, que se trata da difusão de elementos intersticiais para as linhas de discordância. Neste trabalho é apresentada a fundamentação teórica sobre o mecanismo de envelhecimento, a metodologia prescrita na norma ASME (AMERICAN SOCIETY OF MECHANICAL ENGINEERS) SA516, que especifica os critérios de aceitação para o aço em questão, ensaios experimentais realizados durante o projeto e sua análise. A perda da tenacidade é observada quando os corpos de prova, ensaiados por ensaio de impacto Charpy a 0oC, em estado de fornecimento apresentaram uma energia média para ruptura de 207J, enquanto os corpos de prova, depois de deformados e envelhecidos, apresentaram uma energia média de ruptura de 14J. O surpreendente resultado possui um significado ainda maior quando ensaiado a 20 oC, no qual uma energia média de 23J é suficiente para romper o corpo de prova envelhecido.
URI: http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/6167
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