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Título: A representação da crítica social nas adaptações infantojuvenis de O fantasma de Canterville, de Oscar Wilde
Título(s) alternativo(s): The representation of social criticism in adaptations for children and adolescents of Oscar Wilde’s The Canterville ghost
Autor(es): Trautmann, Rafaela Aparecida de Campos
Orientador(es): Ruffini, Mirian
Palavras-chave: Literatura infantojuvenil
Literatura - Análise
Literatura - Adaptações
Children's literature
Literature - Analysis
Literature - Adaptations
Data do documento: 25-Nov-2016
Editor: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus: Pato Branco
Referência: TRAUTMANN, Rafaela Aparecida de Campos. A representação da crítica social nas adaptações infantojuvenis de O fantasma de Canterville, de Oscar Wilde. 2016. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pato Branco, 2016.
Resumo: Este estudo aborda de forma teórica e analítica uma tradução e três adaptações do conto O fantasma de Canterville (1981), de Oscar Wilde, a fim de identificar nas obras a presença da crítica social à aristocracia inglesa, além de registrar os procedimentos técnicos das traduções. Para isso, apresenta a vida e obra do autor irlandês, bem como a sua estilística comentada, com foco na produção de prosa curta, os contos. Aborda os conceitos de José Lambert e Hendrik Van Gorp (apud GUERINI, 2006) na área de estudos descritivos da tradução, utiliza os estudos de Antoine Berman (2007) e Jean-Paul Vinay e Jean Dalbernet (1958 apud LANZETTI, 2006) na área da adaptação e, para conceituar a literatura infantojuvenil, traz os pressupostos de Nelly Novaes Coelho (2000) e Peter Hunt (2010), além de discutir a importância social desta última como formadora do cidadão; complementada pela teoria de paratextos de Gérard Genette (2009), que se verificou ser parte fundamental para completa compreensão das obras adaptadas. Traz como resultado quatro análises em que se discutiu se houve a manutenção da temática social nas obras e, em caso positivo, como ela foi representada para leitor; em caso negativo, quais foram os motivos que levaram o tradutor a fazer essa escolha
Abstract: This paper deals theoretically and analytically with a translation and three adaptations of Oscar Wilde's The Canterville ghost (1981), in order to identify in the works the presence of social criticism of the English aristocracy, as well as to register the technical procedures of the translations. For this, it presents the life and work of the Irish author, as well as his commented stylistics, focusing on the production of short prose, the short stories. It adresses José Lambert and Hendrik Van Gorp’s (apud GUERINI, 2006) concepts in the area of descriptive studies of the translation, uses the Antoine Berman’s (2007) and Jean-Paul Vinay and Jean Dalbernet’s (1958 apud LANZETTI, 2006) studies in the adaptation area and, in order to conceptualize children and adolescents’ literature, brings Nelly Novaes Coelho’s (2000) and Peter Hunt’s (2010) assumptions, and discusses the social importance of that last one as a citizen formation; Complemented by Gérard Genette's theory of paratexts (2009), which proved to be a fundamental part of the complete understanding of adapted works. It results in four analyzes in which it was discussed whether the social theme was maintained in the works and, if so, how it was represented to the reader; if not, what were the reasons that led the translator to make that choice.
URI: http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/7966
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