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Título: Estudo da biossorção do herbicida atrazina por meio da casca da semente de Moringa oleifera Lam.
Autor(es): Quesada, Heloise Beatriz
Orientador(es): Medeiros, Flávia Vieira da Silva
Palavras-chave: Água - Poluição
Poluentes
Herbicidas
Adsorção
Water - Pollution
Pollutants
Herbicides
Adsorption
Data do documento: 28-Nov-2017
Editor: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus: Campo Mourao
Referência: QUESADA, Heloise Beatriz. Estudo da biossorção do herbicida atrazina por meio da casca da semente de Moringa oleifera Lam. 2017. 44 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campo Mourão, 2017.
Resumo: Uma grande quantidade de poluentes orgânicos e inorgânicos encontra-se em quantidades consideráveis em corpos hídricos, e por vezes apresentam resistência à degradação biológica ou não são removidos efetivamente por métodos de tratamento físico-químicos, como o caso do herbicida atrazina. A adsorção é considerada uma boa alternativa para remoção de poluentes, devido ao baixo custo e facilidade de operação. Considerando o exposto, o objetivo do trabalho foi estudar a biossorção de atrazina por meio de cascas de moringa em amostras aquosas. As cascas foram preparadas e tratadas química e termicamente. Então, foram realizados ensaios cinéticos no período de 24h, utilizando 0,3g de adsorvente em contato com 25 mL de solução de atrazina 5 mg L-1. Foram ajustados os modelos de pseudo-primeira e pseudo-segunda ordem aos dados experimentais. Para as isotermas de adsorção, foi variada a concentração de atrazina de 2 a 15 mg L-1 e a temperatura de 25 a 45ºC. Foram ajustados os modelos de Langmuir e Freundlich. Também foram calculados os parâmetros termodinâmicos: energia livre de Gibbs, entalpia e entropia. No estudo cinético foi observada a máxima remoção de 98,4%, equilíbrio alcançado em 480 min e melhor ajuste do modelo de pseudo-segunda ordem. No estudo das isotermas, pôde ser verificado que o processo foi favorecido pelo aumento da temperatura. Os valores dos parâmetros termodinâmicos indicaram que a biossorção ocorreu de forma espontânea, endotérmica e reversível. Conforme os resultados obtidos pôde-se comprovar o potencial de biossorção do herbicida atrazina por meio das cascas das sementes de Moringa oleifera Lam.
Abstract: A wide range of organic and inorganic pollutants are found at considerable numbers in water resources, and sometimes they manifest some resistance to biological degradation and are not effectively removed by physico-chemical treatments, as in the case of the herbicide named Atrazine. The adsorption process has been considered as a good alternative for contaminants removal due to its low cost and easy operation. Thus, the objective of this work was to study the biosorption of Atrazine by shells of Moringa oleifera Lam. seeds in aqueous samples. The shells were chemically and thermally treated. Then, kinetics tests of 24 hours were performed using 0.3 g of the adsorbent previously prepared, in contact with 25 mL of 5 mg L-1 Atrazine solution. The pseudo-first and pseudo-second order models were fitted to the experimental data obtained. For the adsorption isotherms, it was considered the concentration of 2 to 15 mg L-1 and the temperature from 25 to 45 ºC. Freundlich and Langmuir models were fitted to experimental data. In addition, it was calculated the thermodynamics parameters: Gibbs free energy, enthalpy and entropy. In the kinetics study, the maximum removal observed was 98.4%, the equilibrium reached in 480 min and the best fitting model was the pseudo-second order model. In the isotherms study, it was observed that the process was favored by the increase of temperature. The values of thermodynamics parameters indicated that the biossorption occurred spontaneously, endothermic and reversible. According to the results, it was verified the high potential of Atrazine biosorption by Moringa oleifera Lam seed shells.
URI: http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/8794
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